“Hoje o círculo se abriu… e, dentro dele, histórias ganharam forma.”
Em uma atividade profundamente significativa, os estudantes do 3º ano G participaram de um momento especial conduzido pela professora de Artes, Elizangela Fortunato, dentro do projeto “Tecendo Amor”. A proposta foi além de uma simples dinâmica em sala: tornou-se um verdadeiro espaço de expressão, acolhimento e construção coletiva.
Cada aluno foi convidado a trazer um objeto pessoal, e, com ele, compartilhar histórias, memórias e sentimentos. Mais do que objetos, o que se revelou foram experiências de vida carregadas de afeto, coragem e identidade.
No olhar atento de cada estudante, foi possível perceber o surgimento de um gesto raro e essencial: o de se reconhecer. E, ainda mais importante, o de escutar o outro com respeito e sensibilidade.
Durante o encontro, temas como autocuidado ganharam destaque — não apenas como conceito, mas como prática. Os alunos vivenciaram o cuidado coletivo, compreendendo que cuidar de si também envolve permitir-se ser visto, nomear sentimentos e acolher aquilo que, muitas vezes, transborda.
A atividade proporcionou um ambiente seguro, onde cada estudante pôde se expressar livremente, reafirmando sua identidade em um espaço de pertencimento. Mais do que uma aula, foi um encontro de presenças, marcado pela empatia e pela escuta genuína.
O projeto “Tecendo Amor” reforça a importância de desenvolver competências que vão além do conteúdo acadêmico tradicional. Valores como empatia, respeito, sensibilidade e pertencimento são fundamentais para a formação integral dos estudantes — competências que não cabem em provas, mas sustentam a vida.
Assim, pouco a pouco, a escola segue cumprindo seu papel de formar não apenas alunos, mas seres humanos mais conscientes, inteiros e conectados consigo mesmos e com o outro.








